Era uma vez um leão que, já velho e sem forças para caçar, decidiu usar a astúcia para conseguir comida. Ele deitou-se na sua caverna, fingiu estar gravemente doente e espalhou o boato de que ofereceria moedas de ouro a quem o visitasse.
Vários animais, atraídos pela promessa de riqueza e curiosos sobre a saúde do rei da selva, entraram na caverna um a um. Como estavam indefesos, o leão devorou-os a todos.
Mais tarde, a raposa aproximou-se com cuidado da entrada da caverna. O leão, ao vê-la de longe, perguntou-lhe docemente porque não entrava para conversar e receber a sua recompensa. A raposa, olhando para o chão, respondeu que adoraria entrar, mas notava algo muito estranho: havia muitas pegadas a entrar na caverna, mas nenhuma a sair. Percebendo a armadilha, a raposa deu meia-volta e salvou a sua vida.
Moral da história:
A armadilha do leão representa perfeitamente os meios que Satanás usa para desviar a atenção dos jovens do serviço a Jeová.
O ouro prometido simboliza o materialismo, o ensino superior que promove a independência de Deus, o entretenimento impróprio ou relacionamentos com quem não partilha da mesma fé. Essas coisas parecem atraentes e inofensivas à primeira vista, mas funcionam como uma distração que enfraquece a fé gradualmente.
A raposa, por sua vez, exemplifica a pessoa espiritual que usa a capacidade de raciocínio e o discernimento bíblico. Ela não olha apenas para a promessa, mas analisa o resultado final examinando os frutos e as consequências na vida de outros.
Para os jovens, a lição principal é manter o foco no Reino e ter prudência, lembrando-se de que nada do que este mundo oferece vale o sacrifício da amizade com Jeová.

